Psicóloga · CRP 08/06080

Primeiros Passos para Superar uma Traição

A traição não define quem você é.
O que vem depois dela, sim.

Um percurso conduzido pela Dra. Adriana Potexki, especialista em trauma, para atravessar a dor da traição com método e voltar a se reconhecer.

Uma palavra antes de começar

Se você chegou até aqui, é provável que esteja atravessando uma das experiências mais dolorosas que uma relação pode produzir.

Sou a Dra. Adriana Potexki. Preparei este espaço para que você compreenda o que está sentindo, entenda por que a traição continua agindo mesmo depois do fato e dê os primeiros passos com segurança e orientação.

Dra. Adriana PotexkiPsicóloga · CRP 08/06080

Os sinais

Como a traição continua agindo, mesmo depois do fato

Alguns sinais aparecem muito tempo depois e nem sempre são reconhecidos como consequência do que aconteceu.

  1. 01

    A culpa muda de lugar.

    Quem foi traído passa a se perguntar o que fez de errado. A responsabilidade pela escolha, no entanto, pertence a quem a fez.

  2. 02

    A confiança deixa de ser espontânea.

    Novos vínculos passam a ser vividos com vigilância, e o receio de sofrer outra vez afasta o que poderia ser bom.

  3. 03

    O perdão é dito, mas não é sentido.

    É possível seguir em frente com palavras enquanto a ferida permanece aberta por dentro.

  4. 04

    O passado se torna a medida de tudo.

    Cada pessoa e cada gesto são comparados ao que feriu. É uma defesa compreensível, mas que isola.

  5. 05

    A autoestima é a mais atingida.

    A sensação de não ser suficiente atravessa o trabalho, as relações e a forma como você se vê. Reconhecer esses sinais é o primeiro passo. O segundo é cuidar deles com método.

Quando há traição, não é só o cônjuge que sofre. Os filhos sentem, mesmo sem saber de nada.

Não se trata de reconquistar ninguém, nem de esquecer o que aconteceu.

Trata-se de recuperar a clareza para olhar a própria história com honestidade e escolher, com calma, o que vem depois.

Ficar ou partir não é a primeira decisão a ser tomada.

Antes disso, é preciso reencontrar a si mesmo.

O método

Por que a traição fica presa e o que o EMDR faz

Trauma, em grego, quer dizer ferida. Pesquisas recentes mostram que, diante de uma experiência assim, não são apenas as emoções que sofrem. O funcionamento do cérebro também muda.

01

A cena congela.

Quem reage a um evento doloroso guarda a lembrança e segue em frente. Quem fica paralisado, como acontece na descoberta de uma traição, guarda a cena inteira, congelada, com todas as sensações daquele momento.

02

Uma frase se instala.

A informação fica isolada em uma rede própria do cérebro, sem comunicação com o resto. É de lá que vêm as frases “não sou suficiente”, “não posso confiar em ninguém”, “a culpa foi minha”. Conselhos e leituras não a alcançam.

03

A comunicação é reaberta.

O EMDR usa a estimulação alternada dos dois lados do cérebro enquanto a lembrança é acessada. As redes voltam a se comunicar, a cena perde a carga e a pessoa reencontra o que sempre esteve lá: as experiências boas, a confiança, a própria medida.

Uma conversa franca

Você vê a pessoa ao seu lado como ela é, ou através da ferida?

  • Será que eu não era suficiente?
  • Serei capaz de confiar novamente?
  • Perdoar é o caminho? E se não for?

Se alguma dessas perguntas acompanha os seus dias, saiba que elas são respostas naturais de quem viveu uma ruptura de confiança. Enquanto a ferida comanda, a visão fica distorcida. Reprocessada, ela devolve a clareza para decidir.

Conhecer o programa

Sentir antes de perdoar

Quem sofre uma traição costuma ouvir que precisa perdoar. Sim. Mas antes disso é preciso sentir. Sem isso, apenas se disfarça o problema, e o perdão não é verdadeiro.

A raiva faz parte do processo de cura. Ninguém é só bom ou só mau. Compreender quem feriu é o que torna o perdão possível.

Adriana Potexki, psicóloga, em seu consultório

Quem conduz

Dra. Adriana Potexki

Psicóloga · CRP 08/06080 · Curitiba, PR

Terapeuta certificada pelo EMDR Institute (Eye Movement Desensitization and Reprocessing) e em Brainspotting, abordagens desenvolvidas nos Estados Unidos que permitem o reprocessamento de lembranças difíceis e dolorosas por meio da dessensibilização e da integração do conteúdo neuronal entre os hemisférios cerebrais. Dedica-se ao tratamento de traumas e feridas emocionais, com prática clínica marcada pela influência de Esly Carvalho, responsável por difundir o EMDR no Brasil, e de David Grand, criador do Brainspotting.

É autora dos livros A Cura dos Sentimentos em Mim e no Mundo, lançado em Boston e também em formato de audiolivro, Vencendo os Traumas que nos Prendem e A Cura dos Sentimentos nos Pequeninos. Palestra para empresas, instituições de ensino e organizações no Brasil e no exterior, e já participou de programas de televisão, como o programa do Dunga e o jornalismo da Canção Nova.

Atende em Curitiba e on-line. Neste programa, reúne o que aprendeu no consultório sobre a dor mais frequente que chega até ela: a ruptura da confiança.

  • CRP 08/06080
  • EMDR Institute
  • Brainspotting
  • Três livros publicados
Conhecer o trabalho completo

O programa

Primeiros Passos para Superar uma Traição

Conteúdo desenvolvido pela Dra. Adriana Potexki para orientar as primeiras etapas após a descoberta de uma traição: compreender o que aconteceu, proteger a própria autoestima e retomar a capacidade de decidir.

Para quem é este percurso

  • Para quem passou por uma traição e sente que não é mais capaz de amar.
  • Para quem sente que não merece o amor ou que não é suficiente.
  • Para quem ainda não decidiu ficar ou partir e precisa de clareza antes.
  • Para quem perdoou com palavras e ainda carrega a ferida por dentro.

O que está incluído

  • Acesso imediato, no seu ritmo e no seu tempo
  • Audiolivro A Cura dos Sentimentos em Mim e no Mundo incluído
  • Atendimento pelo WhatsApp para dúvidas sobre o acesso
  • Sete dias de garantia, conforme o direito de arrependimento do CDC

Este conteúdo tem caráter educativo e não substitui psicoterapia.

Recomeçar

O passado não existe mais.
Só restam o aqui e o agora.

Se tropeçar de novo, não importa. O que importa é recomeçar. A decisão de mudar é sua. O momento também.

Dar o primeiro passo